Como contrapartida da obrigação de não concorrência, a EDP obrigou-se a pagar ao ex-presidente executivo, António Mexia, durante um período de três anos, o montante de 800 mil euros, o que perfaz um total de 2,4 milhões de euros.

Será ainda paga a manutenção, durante igual período, do pagamento de prémios de seguro de saúde e de seguro de vida cujo montante líquido representa 10% da remuneração fixa anual.

A garantia foi dada no relatório e contas da empresa relativo ao ano passado, enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários .